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Alex Castro sobre Raça e Escravidão

Racismo e escravidão têm sido meus tópicos principais de escrita e pesquisa há quase vinte anos.

Raça e escravidão têm sido meus tópicos principais de escrita e pesquisa há quase vinte anos.

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Tenho dois livros publicados sobre esses temas:

A Autobiografia do Poeta-Escravo, que saiu no Brasil e em Cuba, e Outrofobia: textos militantes, que estou negociando agora uma segunda edição.

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Adaptei a autobiografia do poeta-escravo Juan Francisco Manzano para os palcos e, agora, estou procurando algum grupo teatral negro que se interesse pelo desafio. Se conhecem algum, podem recomendar.

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Também já escrevi especificamente sobre as barras que passam as mulheres negras. O texto abaixo saiu primeiro no Blogueiras Negras, foi reproduzido no Geledés (que reproduz com frequência meus textos) e apareceu depois no meu livro Outrofobia:

Racismo, miscigenação e casamentos interraciais no Brasil

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Um de meus próximos livros, já escrito e procurando editora, se chama Quem não está, e é sobre racismo, escravidão, e trabalho doméstico no Rio, Havana, Nova Orleans.

(Quem conhecer editores e quiser me recomendar, super aceito.)

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Resenhei um dos últimos livros do Ta-Nehisi Coates, Entre o mundo e eu, para a Folha de São Paulo:

Ta-Nehisi Coates emociona em carta ao filho sobre racismo

(No meu site, uma versão mais longa.)

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Aliás, meu site tem uma seção só com textos sobre Raça.

sou contra as cotas!
sou contra as cotas!

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Praticamente todos os meus escritos acadêmicos são sobre raça, de uma maneira ou de outra.

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Em 2009, vendi para uma grande editora, uma seleção comentada de poesia anti-escravista de Castro Alves. (Todo ano eles juram que vão publicar.)

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Esse artigo acadêmico é sobre Jorge Luis Borges e a negritude no Martín Fierro, o poema canônico argentino:

O herói negro do Martín Fierro: civilização x barbárie em Borges e Hernández

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Pra terminar, meu artigo acadêmico preferido é sobre uma peça que Machado de Assis, autor negro, um dos meus preferidos de todos os tempos, censurou por ter um ex-escravo como protagonista:

O escravo que Machado de Assis censurou & outros pareceres do Conservatório Dramático

(A versão expandida no meu site tem muitos detalhes legais que não couberam na revista.)

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Me ajudem a divulgar esse post, esses textos, esses links por aí.

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