Sempre existem as exceções

Quando escrevo sobre suicídio como escolha pessoal ou sobre autocontrole de nossas emoções, surge sempre uma objeção mais ou menos assim:

“Do jeito que você fala parece muito fácil, mas nem todo mundo têm estabilidade mental para isso. Tem gente que simplesmente está doente, deprimida, bipolar!”

Seria como eu escrever sobre os benefícios da caminhada e alguém rebater:

“É, mas tem gente que não tem perna, seu insensível!”

Somos sete bilhões de pessoas no mundo. Infelizmente, existem pessoas com todo tipo de restrição física, mental, política, econômica.

Quando alguém escreve sobre “fazer X” (desde comer pudim até dançar tango) ela sabe que existem pessoas que, por quaisquer motivos, não têm como executar essa simples ação.

Fica implícito que o texto é direcionado àquelas pessoas que têm a felicidade de conseguir.

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